Programa Cultural

Sábado, 22 de Novembro

Visitas guiadas

Importante

Todas as visitas decorrem em grupos reduzidos, com guia especializado.

A participação requer inscrição prévia (lugares limitados).

Transporte entre os espaços a realizar a pé, dado que todos se localizam no centro histórico classificado como Património Mundial UNESCO.

Com origens que remontam à Idade Média, o Paço de São Miguel é um lugar onde diferentes épocas da História se cruzam e ganham vida. O edifício que hoje conhecemos, classificado como Monumento Nacional desde 1922, deve a sua identidade à passagem de duas famílias separadas por cinco séculos: os Castro das Treze Arruelas, Condes de Basto, e a família Eugénio de Almeida.
Foi durante a residência dos Castro, entre os séculos XV e XVII, que se realizaram importantes obras de ampliação e se encomendou o extraordinário conjunto de pinturas a fresco, que ainda hoje cobre os tetos de várias salas. Já no século XX, coube a Vasco Maria Eugénio de Almeida a missão de devolver ao edifício o seu esplendor, através de uma profunda intervenção de conservação e restauro.

https://www.fea.pt/patrimonio/paco-de-sao-miguel

Duração aproximada: 60 minutos
Máximo 25 pessoas/grupo

Visitar o Jardim das Casas Pintadas é entrar num espaço único, onde a Arte, a História e a imaginação se encontram. Os frescos da galeria, datados do século XVI, são considerados um dos exemplos mais interessantes da pintura mural palaciana em Portugal. Neles, criaturas fantásticas convivem com aves e animais selvagens, criando um cenário repleto de simbolismo que convida à descoberta e à interpretação.
Classificadas como Imóvel de Interesse Público desde 1950, as Casas Pintadas e o seu Jardim são hoje parte integrante da Rota do Alentejo da Associação Portuguesa dos Jardins Históricos.

https://www.fea.pt/patrimonio/casas-pintadas

Duração aproximada: 40 minutos
Máximo 25 pessoas/grupo

Esta exposição convida a uma viagem através das paisagens etéreas da imaginação. Tomando como ponto de partida as Cidades Invisíveis de Italo Calvino, explora a delicada interação entre realidade e ficção, enfatizando como nossas percepções de lugar são frequentemente moldadas mais pela memória, emoção e narrativa do que pela geografia.
Através de Mapeando o que não se vê, o público será incentivado a navegar pelas suas paisagens pessoais, ponderando sobre as cidades invisíveis que habitam as suas próprias mentes. A exposição torna-se assim um espaço de diálogo, onde a imaginação se entrelaça com a realidade, revelando que as verdadeiras paisagens que habitamos são frequentemente aquelas que criamos dentro de nós. Cada obra transforma-se num convite a descobrir, reimaginar e reinterpretar o mundo à nossa volta, ampliando as nossas próprias concepções sobre o que significa pertencer –  a um lugar, a um grupo, a um ritual, a uma comunidade; mas sobretudo, a nós próprios.

https://www.fea.pt/cultura/exposicoes/mapeando-o-que-nao-se-ve

Duração aproximada: 60 minutos
Máximo 25 pessoas/grupo

Situado na graciosa cidade de Évora, Património Mundial da UNESCO, o Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo expõe numa escala humana um panorama eclético de coleções que permitem que se viaje no tempo entre o Neolítico e o século XXI. O espólio da Anta Grande do Zambujeiro, as coleções de escultura romana, da alta e da baixa Idade Média, do Renascimento, a pinacoteca rica e didática, são apenas uma parte dos seus muitos encantos. Aqui procuramos estimular o interesse pela Arte, Arqueologia e Património material e imaterial proporcionando atividades que façam pensar e que sejam construtoras de uma sociedade participativa e ambientalmente responsável. É um tesouro escondido que guarda Tesouros Nacionais. Venha descobri-lo!

Visita dupla 10:30-12:00.
Dois grupos de 25 pessoas.

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